US Open 2026 - Parte 2
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Participantes, competição, premiação, destaques, ingressos e onde assistir
Nota do editor: Este conteúdo está em versão preliminar e passará por revisões adicionais.
Depois do período de classificação, as chaves de simples masculina e feminina do US Open 2026 estão definidas para o início das partidas em 30 de agosto. Nesta fase principal, estarão reunidos alguns dos melhores tenistas do mundo no USTA Billie Jean King National Tennis Center, complexo administrado pela United States Tennis Association (USTA), localizado no Flushing Meadows - Corona Park, um dos grandes parques públicos do Queens, em Nova York.
Nesta segunda parte, o High-Tech Society apresenta os participantes, explica como os jogadores chegam à chave principal e como funcionam os cabeças de chave, além de abordar o formato da competição, a premiação recorde, os principais candidatos aos títulos, os ingressos e as opções de transmissão em diferentes regiões do mundo.
Participantes
A competição de simples do US Open é organizada em duas etapas distintas: o qualifying, ou fase classificatória, e a chave principal, na qual é disputado o título do torneio.
Curiosamente, as duas etapas possuem o mesmo número de participantes. O qualifying reúne 128 jogadores no masculino e 128 no feminino, enquanto a chave principal também é formada por 128 jogadores no masculino e 128 no feminino. São, portanto, 256 tenistas no qualifying e outros 256 nas duas chaves principais, embora 32 participantes da primeira etapa avancem para a segunda.
Os números são iguais, mas a finalidade e os critérios de acesso às duas etapas são diferentes.
Qualifying
O qualifying antecede a chave principal e oferece uma possibilidade de classificação aos tenistas que não conseguiram entrada direta nela.
Em cada modalidade, as 128 vagas do qualifying são distribuídas da seguinte forma:
119 entradas diretas + 9 wild cards = 128 participantes.
As 119 entradas diretas são preenchidas entre os jogadores elegíveis e inscritos, seguindo a ordem do ranking. Assim, um tenista pode não possuir classificação suficiente para entrar diretamente na chave principal, mas estar bem posicionado o bastante para conseguir uma vaga no qualifying.
As outras nove vagas para participar do qualifying são destinadas a wild cards, convites concedidos pela organização. Neste US Open 2026, por exemplo, Kei Nishikori, finalista do US Open em 2014, recebeu um wild card para disputar o qualifying. O convite garantiu sua participação na fase classificatória, mas não uma vaga na chave principal. O japonês venceu as duas primeiras rodadas e chegou à partida decisiva, disputada em 28 de agosto de 2026, na qual foi derrotado pelo compatriota Rei Sakamoto por 6-4 e 7-6(3). Sakamoto conquistou, assim, uma das 16 vagas disponíveis na chave principal masculina.
Também neste US Open 2026, Grigor Dimitrov, ex-número 3 do mundo e semifinalista do US Open em 2019, foi um dos 16 classificados para a chave principal masculina. Depois de vencer as duas primeiras rodadas do qualifying, o búlgaro garantiu sua classificação em 27 de agosto de 2026, quando seu adversário na terceira e decisiva rodada, Otto Virtanen, desistiu antes da realização da partida, avançando assim por walkover (W.O.) na terceira e decisiva rodada do qualifying.
Os 128 participantes do qualifying disputam três rodadas eliminatórias:
128 participantes → 64 → 32 → 16 classificados.
Portanto, dos 128 homens que iniciam o qualifying, 16 conquistam vagas na chave principal. O mesmo ocorre no feminino. Considerando as duas modalidades, 256 tenistas participam do qualifying e 32 avançam — 16 homens e 16 mulheres.
Chave principal
A chave principal é a etapa na qual os tenistas passam a disputar efetivamente o título do US Open. São 128 participantes no masculino e 128 no feminino, totalizando 256 jogadores.
Em cada modalidade, as 128 vagas são preenchidas da seguinte forma:
104 entradas diretas + 16 classificados pelo qualifying + 8 wild cards = 128 participantes.
Considerando conjuntamente as competições masculina e feminina, são 208 vagas de entrada direta, 32 conquistadas no qualifying e 16 concedidas por wild cards, totalizando os 256 participantes das duas chaves principais.
Entrada direta pelo ranking
A maior parte das vagas da chave principal — 104 no masculino e 104 no feminino — corresponde às chamadas entradas diretas. Nesse mecanismo, o jogador consegue ingressar na chave principal sem precisar disputar o qualifying.
As referências são os rankings mundiais de simples da Association of Tennis Professionals (ATP), no masculino, e da Women’s Tennis Association (WTA), no feminino.
Para a elaboração inicial da lista de participantes do US Open 2026, foram considerados os rankings de 20 de julho. As vagas foram preenchidas seguindo a ordem dessas classificações e considerando também os jogadores habilitados a utilizar ranking protegido ou especial.
Não existe, portanto, uma posição fixa no ranking que garanta todos os anos a entrada direta no US Open. O chamado “corte” corresponde à posição do último jogador que conseguiu uma dessas vagas naquela edição. Em 2026, o corte inicial ficou na 101ª posição do ranking masculino e na 102ª do feminino. Esses números resultam da composição das listas de participantes e podem mudar a cada edição.
Ranking protegido ou especial
Dentro do conjunto das entradas diretas existe ainda a possibilidade de utilização do ranking protegido, no circuito masculino, ou ranking especial, no feminino. O mecanismo permite que determinados jogadores que permaneceram afastados das competições por um período prolongado, nas situações previstas pelos respectivos regulamentos, possam retornar ao circuito sem depender exclusivamente de seu ranking mundial atual, que pode ter caído significativamente durante a ausência.
No circuito masculino, a ATP denomina o mecanismo Entry Protection. Cumpridos os requisitos estabelecidos pela entidade, o jogador passa a dispor temporariamente de uma posição de referência que pode ser utilizada para solicitar inscrição em determinado número de torneios.
Um exemplo hipotético facilita a compreensão: um jogador que estivesse na 40ª posição antes de um afastamento prolongado poderia retornar ocupando apenas a 200ª posição do ranking mundial. Se tivesse direito ao ranking protegido e a posição de referência reconhecida pela ATP fosse suficiente para superar o corte do US Open, poderia conseguir entrada direta na chave principal mesmo que seu ranking atual não fosse suficiente.
No circuito feminino, a WTA utiliza o Special Ranking, mecanismo de finalidade semelhante e com regras próprias, aplicável às situações previstas pela entidade, incluindo determinados afastamentos por condições médicas e maternidade.
O ranking protegido ou especial não devolve ao jogador sua antiga posição no ranking mundial, não acrescenta pontos e não garante automaticamente uma vaga no torneio. Ele fornece uma posição de referência para fins de inscrição. Se essa posição for suficiente para a entrada no US Open, o tenista poderá ocupar uma das vagas disponíveis.
Por isso, o ranking protegido ou especial não constitui uma categoria adicional às 128 vagas da chave principal. Quando utilizado para conseguir acesso direto, o jogador ocupa uma das 104 vagas destinadas às entradas diretas.
Wild cards
Além das entradas diretas e dos classificados pelo qualifying, cada chave principal possui oito wild cards. São convites concedidos pela organização que permitem a participação de jogadores que não obtiveram vaga pelo processo normal de entrada direta.
É importante distinguir os dois tipos de convite: existem wild cards para o qualifying e wild cards para a chave principal. Receber um convite para o qualifying permite apenas disputar a fase classificatória; receber um wild card para a chave principal coloca o jogador diretamente entre os 128 participantes que disputam o título.
Neste US Open 2026, Venus Williams e Sloane Stephens, ambas ex-campeãs do US Open, receberam wild cards para a chave principal feminina. No masculino, Gaël Monfils e Alexei Popyrin estão entre os jogadores contemplados com esse tipo de convite.
Lucky loser
Existe ainda uma situação excepcional que pode alterar a composição originalmente definida da chave principal. O lucky loser é um jogador derrotado no qualifying que pode posteriormente ingressar na chave principal caso surja uma vaga em decorrência da desistência de outro participante, respeitados os critérios estabelecidos pelo regulamento para determinar quem poderá ocupar essa vaga.
Assim, a composição das chaves do US Open envolve diferentes mecanismos de acesso. O ranking determina a maior parte das entradas, o qualifying oferece uma segunda possibilidade de classificação, os wild cards permitem convites concedidos pela organização e mecanismos específicos, como o ranking protegido ou especial e o lucky loser, atendem a situações previstas pelos regulamentos do tênis profissional.

Imagem ilustrativa estilizada, produzida com inteligência artificial
Competição
O torneio de simples é disputado em sistema eliminatório. Com 128 participantes em cada modalidade, são necessárias sete vitórias consecutivas para conquistar o título.
No simples masculino, as partidas são disputadas em melhor de cinco sets; no feminino, em melhor de três. No set decisivo, caso o placar alcance 6 a 6, utiliza-se o match tiebreak de 10 pontos, com diferença mínima de dois pontos para determinar o vencedor.
Cabeças de chave e sorteio
Entre os 128 participantes de cada chave principal, 32 são definidos como cabeças de chave. Essa condição é diferente da entrada direta: um jogador pode possuir ranking suficiente para entrar automaticamente na chave principal, mas não estar entre os 32 cabeças de chave.
A finalidade desse mecanismo é distribuir os jogadores mais bem classificados por diferentes setores da chave, reduzindo a possibilidade de que os principais candidatos ao título se enfrentem nas primeiras rodadas. Sem essa proteção, um sorteio inteiramente aleatório poderia, por exemplo, colocar os dois jogadores mais bem classificados frente a frente logo na primeira rodada, produzindo uma espécie de “final antecipada”.
Por isso, o sorteio da chave não é totalmente aleatório. Antes dele, os cabeças de chave são organizados de acordo com regras específicas de distribuição.
Em uma chave de 128 jogadores, o cabeça de chave nº 1 é colocado em uma extremidade e o nº 2 na extremidade oposta. Dessa maneira, os dois somente poderão se enfrentar na final.
Os cabeças de chave nº 3 e nº 4 são então sorteados entre setores diferentes da chave, de modo que cada um fique em uma metade distinta e possa encontrar os dois primeiros apenas a partir das semifinais.
A distribuição prossegue por grupos: os cabeças de chave 5 a 8, 9 a 12, 13 a 16, 17 a 24 e 25 a 32 são sorteados dentro de posições previamente determinadas pelo regulamento. Assim, existe sorteio, mas ele ocorre dentro de uma estrutura que espalha progressivamente os jogadores mais bem classificados pela chave.
O resultado é uma distribuição hierarquizada. Os dois primeiros somente podem se enfrentar na final; os quatro primeiros, entre si, somente a partir das semifinais; e os jogadores dos grupos seguintes passam a poder encontrar adversários de classificação semelhante conforme o torneio avança.
Os demais participantes — aqueles que não são cabeças de chave — completam as posições disponíveis da chave por meio do sorteio, observadas as demais regras aplicáveis.
Portanto, ser cabeça de chave não significa receber qualquer vantagem na pontuação ou começar o torneio em uma rodada posterior. Todos iniciam a competição normalmente. A proteção está exclusivamente na posição ocupada na chave, criando uma distribuição planejada dos jogadores mais bem classificados antes que os resultados em quadra determinem quem continuará avançando.
No masculino, a desistência de Jannik Sinner alterou a configuração inicialmente esperada. Alexander Zverev assumiu a condição de cabeça de chave número 1, enquanto Carlos Alcaraz aparece como número 2. Novak Djokovic é outro dos grandes nomes presentes na disputa.
Premiação
O US Open 2026 estabeleceu um novo recorde de compensação aos jogadores: US$ 108 milhões, aumento de 20% em relação aos US$ 90 milhões distribuídos em 2025.
Os campeões das chaves masculina e feminina de simples receberão US$ 5,5 milhões cada, o maior prêmio individual destinado a campeões de um torneio de tênis.
A distribuição da premiação individual de simples é a seguinte:
Campeão: US$ 5,5 milhões
Vice-campeão: US$ 2,8 milhões
Semifinalistas: US$ 1,45 milhão
Quartas de final: US$ 780 mil
Oitavas de final: US$ 480 mil
Terceira rodada: US$ 290 mil
Segunda rodada: US$ 190 mil
Primeira rodada: US$ 140 mil
Também houve aumento na premiação destinada aos participantes do qualifying. Como a fase classificatória é disputada em três rodadas, o valor recebido depende do momento em que o tenista encerra sua participação no torneio.
Quem é eliminado na primeira rodada do qualifying recebe US$ 32 mil. O jogador que vence sua primeira partida, mas é eliminado na segunda rodada, recebe US$ 48 mil. Já aquele que vence as duas primeiras partidas e perde na terceira e decisiva rodada do qualifying recebe US$ 66 mil.
Esses valores não são cumulativos. A premiação é determinada pela etapa alcançada pelo jogador quando sua participação se encerra. Assim, quem perde na segunda rodada do qualifying recebe US$ 48 mil no total, e não US$ 32 mil mais US$ 48 mil. Da mesma forma, quem perde na terceira rodada recebe US$ 66 mil no total.
A mesma lógica se aplica ao tenista que consegue superar as três rodadas do qualifying. Nesse caso, ele não encerrou sua participação no torneio: conquistou uma das 16 vagas e avançou para a chave principal. Por isso, não recebe US$ 66 mil referentes à terceira rodada do qualifying para depois somar esse valor à premiação da chave principal.
Se esse jogador for eliminado na primeira rodada da chave principal, sua premiação será de US$ 140 mil no total. Portanto, não receberá US$ 66 mil mais US$ 140 mil. Se continuar avançando, o valor será novamente determinado pela rodada em que encerrar sua participação.
Desse modo, qualifying e chave principal fazem parte de uma progressão única de premiação para o jogador que consegue se classificar: o valor final corresponde à etapa alcançada no US Open, e não à soma dos valores previstos para cada rodada disputada.
Além da premiação tradicional, a edição de 2026 marca a criação de um Player Support Program, com aporte inicial de US$ 2 milhões, dividido igualmente entre homens e mulheres. O programa deverá oferecer benefícios relacionados a diferentes momentos da carreira profissional e à transição dos atletas para a aposentadoria.
Destaques
A condição de favorito em um Grand Slam não depende exclusivamente da posição ocupada no ranking. Resultados recentes, desempenho na superfície, histórico no torneio, experiência em partidas de cinco sets no masculino e condição física também podem influenciar as perspectivas de cada jogador.
Na chave masculina, três nomes chegam naturalmente ao primeiro grupo de candidatos ao título.
Carlos Alcaraz, da Espanha, é o atual campeão do US Open e busca seu terceiro título em Nova York. Seu retorno às competições, entretanto, acontece depois de um período afastado por lesão no punho, acrescentando uma variável importante à avaliação de seu desempenho.
Alexander Zverev, da Alemanha, é o cabeça de chave número 1. Campeão de Roland Garros em 2026 e vice-campeão de Wimbledon, já conhece também uma decisão em Nova York, onde foi finalista em 2020.
Novak Djokovic, da Sérvia, chega novamente como um dos nomes capazes de disputar o título. Tetracampeão do US Open e detentor de 24 títulos de Grand Slam em simples, busca ampliar um dos maiores currículos da história do tênis.
Além deles, o quadro masculino apresenta outros jogadores em condições de avançar profundamente. Ben Shelton chega após uma forte temporada nas quadras duras norte-americanas, enquanto Arthur Fils conquistou o título em Cincinnati. Daniil Medvedev, campeão do US Open em 2021, também possui experiência comprovada nas condições de Flushing Meadows.
Na competição feminina, Aryna Sabalenka, de Belarus, inicia a defesa de dois títulos consecutivos conquistados em Nova York. Uma terceira vitória seguida faria dela a primeira mulher desde Serena Williams, campeã entre 2012 e 2014, a conquistar três edições consecutivas do US Open.
Elena Rybakina, do Cazaquistão, chega como número 2 do mundo, campeã do Australian Open de 2026 e em posição de disputar inclusive a liderança do ranking mundial durante o torneio.
Jessica Pegula, dos Estados Unidos, finalista do US Open em 2024, e Coco Gauff, campeã em 2023 e vencedora recentemente em Cincinnati, também chegam entre as principais candidatas.
Iga Świątek, da Polônia, campeã do US Open em 2022, permanece entre os nomes de maior capacidade competitiva da chave. A presença de outras campeãs de Grand Slam e jogadoras em ascensão amplia ainda mais o número de possíveis candidatas às fases finais.
O conjunto indica uma competição aberta, especialmente no feminino, em que resultados durante as duas semanas poderão também provocar mudanças importantes nas primeiras posições do ranking mundial.
Ingressos
O US Open oferece diferentes modalidades de ingresso, de acordo com o estádio, a sessão e o tipo de experiência desejada pelo espectador.
Os ingressos para o Arthur Ashe Stadium incluem assento reservado para a sessão correspondente e também permitem acesso, conforme disponibilidade e regras aplicáveis, às áreas de admissão geral do Louis Armstrong Stadium, Grandstand e quadras externas.
Outra possibilidade é o Grounds Admission. Esse ingresso permite circular pelas áreas acessíveis do complexo e acompanhar partidas nas quadras externas e nas áreas de admissão geral do Louis Armstrong Stadium e Grandstand, de acordo com a disponibilidade de lugares.
O Grounds Admission, entretanto, não concede acesso ao Arthur Ashe Stadium.
Como os preços podem variar significativamente conforme o dia, a sessão, o estádio, a localização do assento e a disponibilidade, a consulta às opções atualizadas deve ser realizada nos canais oficiais de venda do US Open.
Onde assistir
No Brasil, o US Open 2026 conta com transmissão pela ESPN 2 e pelo SporTV, na televisão por assinatura e pela Disney+ para assinantes do plano premium, no streaming. Em outros países da América Latina, a ESPN também está entre as principais responsáveis pela cobertura do torneio.
Nos Estados Unidos, a transmissão é realizada pela ESPN. Na Europa, os direitos variam conforme o país, com cobertura de emissoras e plataformas como Eurosport em diversos mercados, Sky Sports no Reino Unido e Irlanda, Sky na Alemanha, Áustria, Suíça e Itália, e Movistar na Espanha.
A disponibilidade específica de canais, plataformas digitais e partidas pode variar conforme os direitos de transmissão estabelecidos para cada país.
Com as chaves definidas, o US Open 2026 entra agora em sua etapa decisiva. A combinação entre jogadores consagrados, novos candidatos aos títulos e diferentes caminhos de classificação reúne, em Nova York, um dos campos mais competitivos da temporada.
A partir de 30 de agosto, ranking, histórico e condição de favorito dão lugar aos resultados em quadra: serão necessárias sete vitórias para que dois jogadores, um na chave masculina e outro na feminina, encerrem o torneio como campeões do US Open 2026.
Até lá, muitas emoções estarão reservadas aos participantes e ao público. Em suas sete rodadas, o US Open 2026 exibirá ação, técnica, velocidade e determinação, em verdadeiros espetáculos nas quadras, com grandes jogadas e muitos aplausos. Mas somente dois tenistas alcançarão, ao final, a consagração: ser campeão e campeã do US Open 2026.
Por Luiz Cincurá
Fundador e Editor
Transparência editorial: Este artigo foi produzido com o apoio do ChatGPT nas etapas de pesquisa e organização preliminar do conteúdo. A definição da abordagem editorial, a análise crítica, a revisão técnica e a redação final foram realizadas pelo Editor, responsável final pelo conteúdo publicado.




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