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Rybakina e Zverev : além dos títulos

há 5 horas
11 min de leitura

Um breve olhar sobre as trajetórias dos campeões do US Open 2026.


Nota do editor: artigo sujeito a revisões e atualizações nas primeiras 24 horas.


O US Open 2026 consagrou dois tenistas que representaram países diferentes, mas cujas histórias possuem uma origem geográfica comum. A cazaque Elena Rybakina nasceu, cresceu e iniciou sua formação esportiva em Moscou. O alemão Alexander Zverev nasceu em Hamburgo, mas é filho de dois tenistas russos, nascidos em Sochi e posteriormente radicados na capital russa.


Elena Rybakina e Alexander Zverev. Fotos: Hameltion e Rick Munroe; edição e composição: NICHOLAS NEEDLEHAM/Wikimedia Commons. Licença: CC BY-SA 4.0
Elena Rybakina e Alexander Zverev. Fotos: Hameltion e Rick Munroe; edição e composição: NICHOLAS NEEDLEHAM/Wikimedia Commons. Licença: CC BY-SA 4.0

As duas trajetórias possuem, portanto, raízes ligadas à Rússia e à antiga União Soviética, mas seguiram caminhos distintos até os títulos conquistados em Nova York. Além da presença decisiva dos pais, os dois receberam apoio institucional ao longo de sua formação, embora em proporções e momentos diferentes.


Zverev contou com ajuda financeira de instituições esportivas alemãs quando já avançava no circuito profissional; Rybakina recebeu do Cazaquistão um suporte mais amplo, que tornou possível sua passagem definitiva ao circuito internacional.


No torneio masculino, o alemão Alexander Zverev, de 29 anos e 1,98 metro de altura, chegou ao US Open 2026 como número 2 do mundo, venceu o norte-americano Ben Shelton por 3 sets a 1 na final e permaneceu na segunda posição do ranking após o encerramento da competição.


Na disputa feminina, Elena Rybakina, de 27 anos e 1,84 metro de altura, conquistou pela primeira vez o US Open ao derrotar a bielorrussa Aryna Sabalenka por 2 sets a 1.


A tenista já havia assegurado matematicamente a liderança do ranking ao vencer sua partida pelas quartas de final do US Open. Portanto, não se tornou número 1 em decorrência do resultado da decisão, embora tenha encerrado a competição reunindo duas conquistas extraordinárias: o título em Nova York e a chegada ao topo do tênis mundial.


Zverev: o diagnóstico que não interrompeu sua trajetória


Alexander Zverev. Foto: JC, via Wikimedia Commons. Licença: CC BY-SA 2.0


Alexander Zverev tinha quatro anos de idade quando foi diagnosticado com diabetes tipo 1, condição crônica na qual o organismo deixa de produzir insulina em quantidade suficiente. Seu controle exige acompanhamento permanente da glicose e administração regular de insulina.


Segundo o próprio tenista, os médicos disseram à família que a vida da criança e suas possibilidades no esporte seriam muito limitadas. A mãe, Irina Zvereva, recusou-se a aceitar que o diagnóstico estabelecesse antecipadamente aquilo que o filho poderia ou não realizar.


Ao recordar aquele momento depois do título do US Open 2026, Zverev contou que sua mãe afirmou que ele poderia ser aquilo que desejasse: se quisesse tornar-se tenista, seria tenista; se escolhesse outro caminho, também poderia segui-lo. A doença não definiria sua vida.


Zverev reservou a sua mãe, Irina, uma das passagens mais emocionantes do discurso, descrevendo-a como a pessoa mais importante e mais forte que conhece.


O campeão continua administrando diariamente o diabetes, inclusive durante as competições. Em 2022, criou a Alexander Zverev Foundation, organização dedicada principalmente a apoiar crianças e jovens com a doença e a ampliar o acesso aos medicamentos e recursos necessários ao tratamento.


Uma família de tenistas de alto nível


Alexander Zverev é alemão de nascimento, mas possui origem familiar russa. Seus pais, Irina Zvereva e Alexandr Zverev, nasceram e cresceram em Sochi, cidade russa que sediou os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de 2014. Na época, a região integrava a União Soviética. Posteriormente, ambos se mudaram para Moscou, onde prosseguiram suas carreiras esportivas.


Irina integrou a elite do tênis soviético e chegou à quarta posição do ranking feminino nacional. Também disputou o Moscow Open de 1990 e ficou conhecida pela qualidade do seu backhand de uma mão. Depois de deixar as competições, tornou-se treinadora e teve participação decisiva na formação técnica dos filhos. Alexandr Zverev também foi tenista profissional, representou a União Soviética na Copa Davis e disputou três chaves principais de Grand Slam entre 1985 e 1986.


Em 1991, quando a União Soviética se aproximava do fim, o casal mudou-se para Hamburgo, depois que ambos receberam propostas para trabalhar como treinadores de tênis no Uhlenhorster Hockey-Club. Posteriormente, os dois se tornaram cidadãos alemães.


O primeiro filho do casal, Mischa Zverev, nasceu em Moscou, em 1987, e cresceu na Alemanha. Alexander nasceu dez anos depois, em Hamburgo, em 1997. Os dois representaram a Alemanha no circuito profissional.


Alexander começou a jogar tênis aos cinco anos de idade. A mãe orientou sua formação inicial e teve participação particularmente importante no desenvolvimento técnico de seus golpes. Posteriormente, o pai assumiu a função principal de treinador e permanece à frente de sua preparação.


Mischa também construiu uma carreira profissional e chegou ao 25º lugar do ranking mundial em 2017. Depois de deixar o circuito em 2023, passou a auxiliar o irmão como treinador, parceiro de treinamento e integrante da equipe responsável pela gestão de sua carreira.


Das competições juvenis aos primeiros grandes títulos


Zverev foi número 1 mundial juvenil e conquistou o Australian Open juvenil em 2014. Estreou no circuito principal da ATP em 2013 e ganhou seu primeiro título em 2016.


Em março de 2016, quando Zverev ocupava a 58ª posição mundial, a Federação Alemã de Tênis, em conjunto com a Confederação Alemã de Esportes Olímpicos, destinava aproximadamente 60 mil euros anuais à sua preparação. Não se tratava de uma bolsa entregue diretamente ao tenista: o apoio era voltado principalmente ao custeio do salário de seu preparador físico. O investimento complementou a estrutura conduzida pela família, mas foi concedido quando Zverev já começava a se estabelecer no circuito profissional.


A evolução foi rápida. Em 2017, conquistou seus primeiros títulos de Masters 1000, em Roma e Montreal. No ATP Finals 2018, derrotou Roger Federer na semifinal e Novak Djokovic na decisão para vencer pela primeira vez o torneio que reúne os melhores jogadores da temporada.


Apesar dos resultados expressivos, o sucesso nos torneios do Grand Slam demorou mais a chegar. A experiência mais dolorosa ocorreu no US Open 2020, quando Zverev abriu dois sets de vantagem sobre Dominic Thiem na final, mas sofreu a virada e terminou como vice-campeão.


Em 2021, conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio e voltou a vencer o ATP Finals. Já possuía, portanto, alguns dos títulos mais importantes do tênis, mas ainda procurava seu primeiro Grand Slam.


O momento mais crítico de sua carreira ocorreu em 3 de junho de 2022, durante a semifinal de Roland Garros contra Rafael Nadal. Zverev rompeu três ligamentos do tornozelo direito, precisou sair da quadra em uma cadeira de rodas e foi submetido a cirurgia. Durante a recuperação, um edema ósseo adiou seu retorno. Voltou a participar de uma competição oficial em 31 de dezembro de 2022, depois de permanecer afastado do circuito por quase sete meses. A lesão interrompeu um período em que ele se aproximava do primeiro lugar do ranking mundial.


Depois de uma recuperação gradual, voltou a disputar as fases decisivas dos maiores torneios. O primeiro título de Grand Slam finalmente chegou em Roland Garros 2026, tornando-o o primeiro alemão a vencer um torneio de simples masculino dessa categoria desde Boris Becker, campeão do Australian Open 1996.


Pouco mais de três meses depois, a conquista do US Open, em 13 de setembro de 2026, confirmou a melhor temporada da carreira de Zverev: dois títulos de Grand Slam no mesmo ano e a vitória, no mesmo estádio onde havia perdido a final de 2020.


Rybakina: a altura que fechou um caminho e abriu outro


Elena Rybakina durante treinamento no US Open

Foto: Ocoudis/Wikimedia Commons - CC0 1.0. Imagem recortada.


Elena Rybakina nasceu em Moscou, em 17 de junho de 1999. Quando criança, praticou ginástica e patinação ao lado da irmã mais velha, Anna. À medida que crescia, sua altura reduziu as perspectivas de seguir uma carreira profissional na ginástica, modalidade em que determinadas características físicas favorecem atletas de menor estatura.


Foi o pai, Andrey Rybakin, quem percebeu que a altura que dificultava sua continuidade na ginástica poderia ser aproveitada em outro esporte e sugeriu que a filha experimentasse o tênis. Elena começou a jogar tênis aos seis anos de idade e desenvolveu-se inicialmente nos clubes Dynamo e Spartak, em Moscou.


Diferentemente dos pais de Zverev, Andrey e Ekaterina Rybakina não foram tenistas profissionais. Mesmo assim, tiveram participação decisiva na formação da filha, no acompanhamento dos treinamentos e, posteriormente, na escolha que permitiu a continuidade de sua carreira.


Rybakina alcançou o terceiro lugar no ranking mundial juvenil, mas, ao concluir o ensino médio, precisou decidir se daria o passo seguinte em sua trajetória: a transição para o tênis profissional. Sua família não dispunha dos recursos necessários para financiar regularmente viagens, treinadores, hospedagem e outras despesas do circuito profissional.


Nesse momento de dificuldades financeiras e incertezas sobre a continuidade de sua carreira, Rybakina recebeu o apoio que lhe permitiria seguir adiante. A Federação de Tênis do Cazaquistão decidiu investir no potencial da jovem de 19 anos, que ainda ocupava aproximadamente a 175ª posição do ranking profissional, oferecendo-lhe apoio financeiro, estrutura de treinamento e suporte para disputar o circuito internacional. Em contrapartida, ela passaria a representar o país.


A proposta que mudou a trajetória de Rybakina


Rybakina e os pais viajaram ao Cazaquistão, reuniram-se com o presidente da federação, Bulat Utemuratov, e decidiram aceitar a proposta. Em julho de 2018, ela passou a representar oficialmente o país.


A própria tenista explicou posteriormente que a Federação de Tênis do Cazaquistão procurava atletas promissores, enquanto ela precisava de apoio para iniciar plenamente a carreira profissional. Segundo Rybakina, as duas partes se encontraram no momento adequado. A confiança depositada em seu potencial e as condições financeiras e esportivas oferecidas foram determinantes para sua decisão.


Quando recebeu o apoio da Federação de Tênis do Cazaquistão, em 2018, Rybakina havia acabado de ingressar no grupo das 200 melhores tenistas do mundo e encerrou a temporada na 191ª posição. Em 2019, conquistou seu primeiro título no circuito WTA, em Bucareste, e terminou o ano como número 37 do mundo. Em 2020, chegou à 17ª posição e encerrou a temporada na 19ª, consolidando sua entrada no grupo das 20 melhores tenistas do mundo.


Para compreender melhor o significado dessa parceria, vale conhecer algumas características do Cazaquistão, país que Rybakina passou a representar.


Um país da antiga União Soviética que investiu no tênis


Vista panorâmica de Astana, capital do Cazaquistão.

Foto: Ken and Nyetta, via Wikimedia Commons. Licença: CC BY 2.0



Localizado principalmente na Ásia Central, com uma pequena porção de seu território situada na Europa, o Cazaquistão é o nono maior país do mundo em extensão territorial e possui uma longa fronteira ao norte com a Rússia.


Seu território integrou a antiga União Soviética como República Socialista Soviética Cazaque. O país declarou sua independência em 16 de dezembro de 1991, sendo a última das antigas repúblicas soviéticas a fazê-lo.


Sua capital, Astana, fica a aproximadamente 2.300 quilômetros de Moscou em linha aérea. Um voo direto entre as duas cidades costuma durar pouco mais de três horas.


O cazaque é a língua oficial do Estado. O russo, entretanto, continua amplamente falado pela população e é utilizado oficialmente em órgãos públicos e administrações locais.


O Cazaquistão possui a maior economia da Ásia Central e é classificado como um país de renda média-alta. Sua capacidade econômica está fortemente associada à produção e exportação de petróleo, gás, urânio e metais. O país possui importantes campos petrolíferos na região do Mar Cáspio e está entre os maiores produtores mundiais de urânio.


Parte dos recursos disponíveis e da participação de grandes empresários nacionais foi direcionada ao projeto de desenvolvimento do tênis iniciado pela federação em 2007. O plano combinou investimentos em instalações, formação de treinadores, competições juvenis e atração de atletas nascidos em outros países.


A proposta feita a Rybakina integrava esse projeto. O Cazaquistão procurava jogadores capazes de obter resultados internacionais e, ao mesmo tempo, despertar o interesse de crianças e jovens pelo tênis.


Uma parceria de benefícios recíprocos


A vinculação esportiva ao Cazaquistão não significa que Rybakina concentre no país toda a sua preparação. Sua rotina acompanha o circuito internacional, mas ela mantém vínculos esportivos concretos com o país que representa.


Sua relação com o país, entretanto, ultrapassa o financiamento recebido no início da carreira. Ela representa o Cazaquistão desde 2018, defende a seleção nacional na Billie Jean King Cup e se tornou a principal referência internacional do tênis cazaque.


O apoio recebido permitiu que disputasse regularmente torneios profissionais e desenvolvesse seu potencial. Em contrapartida, seus resultados projetaram internacionalmente o programa esportivo do Cazaquistão e ofereceram aos jovens do país uma referência concreta de que sua bandeira poderia chegar às posições mais elevadas do tênis mundial.


Em Wimbledon 2022, Rybakina tornou-se a primeira representante do Cazaquistão a conquistar um título de Grand Slam. No WTA Finals 2025, venceu de maneira invicta a competição que reúne as melhores tenistas da temporada.

No Australian Open 2026, conquistou seu segundo Grand Slam. Em seguida, no US Open 2026, alcançou o terceiro grande título da carreira.


Ao derrotar Qinwen Zheng nas quartas de final do US Open 2026, Rybakina acumulou os pontos necessários para assegurar a liderança do ranking mundial, independentemente dos resultados das partidas seguintes.


Ela se tornou a 30ª mulher a ocupar o primeiro lugar do ranking da WTA e a primeira representante do Cazaquistão - entre mulheres e homens - a alcançar o topo mundial do tênis.


Potência, sobriedade e emoções preservadas


Com 1,84 metro, Rybakina construiu seu jogo em torno de um dos saques mais eficazes do circuito feminino. Sua potência também aparece nos golpes profundos e acelerados do fundo da quadra, que lhe permitem assumir o controle dos pontos e reduzir o tempo de reação das adversárias.


A força de seu jogo contrasta com a sobriedade do comportamento. Rybakina raramente exterioriza de maneira intensa a satisfação por um ponto conquistado ou a frustração por um erro. Mantém uma aparência serena mesmo nos momentos de maior pressão e costuma reagir com discrição tanto às vitórias quanto às derrotas.


Embora seja conhecida pela postura contida em quadra, Rybakina afirma que isso não significa ausência de emoção. A tenista se considera uma pessoa naturalmente calma, embora reconheça que sente nervosismo, frustração e outras emoções durante as partidas. Procura, porém, não permitir que elas interfiram em sua concentração, no ritmo do jogo e nas decisões tomadas em cada ponto. Sua discrição não deve, portanto, ser interpretada como indiferença nem, isoladamente, como prova de completo controle emocional. Ela combina uma personalidade reservada com a capacidade de administrar suas reações durante a competição.


Depois de conquistar o US Open 2026, sua comemoração permaneceu coerente com essa personalidade. Rybakina demonstrou alegria e emoção, mas conservou a elegância e a discrição que se tornaram marcas de sua presença em quadra.


Dois caminhos de perseverança e apoio


Zverev nasceu em uma família de tenistas de alto nível. Recebeu dos pais formação técnica desde a infância e o pai continua acompanhando sua carreira profissional, na condição de treinador. Precisou aprender muito cedo a conciliar o esporte com o controle permanente do diabetes.


Rybakina foi conduzida ao tênis pelo pai depois que sua altura reduziu as perspectivas de uma carreira na ginástica. Quando os recursos da família já não eram suficientes para financiar sua transição para o circuito profissional, escolheu representar o Cazaquistão, cuja federação acreditou em seu potencial e lhe ofereceu apoio financeiro e esportivo substancial. Esse investimento foi decisivo para que pudesse participar regularmente do circuito internacional e transformar uma trajetória juvenil promissora em uma carreira profissional.


Em Nova York, as duas histórias alcançaram um novo ponto de convergência. Zverev deixou para trás a final perdida no US Open 2020 e conquistou seu segundo Grand Slam. Rybakina venceu o terceiro grande título da carreira e tornou-se a primeira representante do Cazaquistão a alcançar a liderança do ranking mundial.


Por trás dos dois campeões encontram-se decisões tomadas quando o futuro ainda era incerto: uma mãe que não permitiu que uma previsão médica limitasse as aspirações do filho; um pai que percebeu no tênis um caminho possível para a filha; e um país que lhe ofereceu os recursos necessários quando sua continuidade no esporte profissional ainda não estava assegurada.


Anos depois, essas trajetórias distintas alcançaram o mesmo ponto de consagração: os títulos de simples do US Open 2026 e a premiação de US$ 5,5 milhões concedida tanto ao campeão, Zverev quanto à campeã, Rybakina.


Por Luiz Cincurá  

Fundador e Editor


Transparência editorial: Este artigo foi produzido com o apoio do ChatGPT nas etapas de pesquisa e organização preliminar do conteúdo. A definição da abordagem editorial, a análise crítica, a revisão técnica e a redação final foram realizadas pelo Editor, responsável final pelo conteúdo publicado.


Fontes:


Alexander Zverev Foundation. Apoio a crianças e jovens com diabetes


ATP Tour:

Alexandr Zverev e sua participação como treinador

Perfil de Alexander Zverev


Banco Mundial. Panorama econômico do Cazaquistão.


Departamento de Comércio dos Estados Unidos. Recursos naturais e estrutura econômica do Cazaquistão.


Governo do Cazaquistão. Informações oficiais sobre o país, a capital e os idiomas.


Red Bull. Rybakina explica sua maneira de administrar as emoções durante as partidas


Reuters:

A dimensão histórica da ascensão de Rybakina para o Cazaquistão.

Trajetória esportiva de Elena Rybakina.

Zverev destaca a confiança da mãe após a conquista do US Open.


The Guardian. O apoio do Cazaquistão à carreira de Rybakina e o projeto de desenvolvimento do tênis.


US Open:

Alexander Zverev conquista o título masculino de 2026.

Rybakina conquista o título feminino de 2026.


WTA:

Perfil e resultados de Elena Rybakina.

Rybakina torna-se a primeira representante do Cazaquistão a alcançar o número 1.

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