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  • Incentivo à ação ética

    "Você nunca sabe quais resultados virão de suas ações, mas se não fizer nada, não haverá resultado." Mahatma Gandhi (1869-1948)

  • Brasil: história, economia e atrações

    à Neste surpreendente e envolvente vídeo, o Brasil é apresentado historicamente e desdobra-se em uma fascinante narrativa de concepção turística, em um pouco mais de trinta minutos, em que são apresentadas as três capitais do país ao longo dos anos, grandes metrópoles, destaques da economia, atrações turísticas e um pouco da gastronomia. O áudio é em espanhol e há legendas em português, inglês e espanhol. Parabéns à Explora Planet (México) pela alta qualidade do trabalho turístico produzido.

  • Electric Love Festival 2024 | Cerimônia de abertura

    CERIMÔNIA DE ABERTURA DO ELECTRIC LOVE FESTIVAL 2024 Reviva a Cerimônia de Abertura do Electric Love Festival 2024 e seja levado de volta a este show emocionante de 16 minutos. Electric Love é um festival de música eletrônica realizado anualmente desde 2013. Acontece no mês de julho no Salzburgring em Plainfeld , Áustria . As atrações principais incluíram Armin van Buuren , Hardwell , Dimitri Vegas & Like Mike , David Guetta , Martin Garrix , Axwell , Sebastian Ingrosso , Tiësto . De acordo com a EMF Magazine , Electric Love é "o principal festival de música eletrônica da Áustria" Produzido pelos artistas de Salzburgo @DanLeeDJ e @RageModeMusic Com apresentações ao vivo da Philharmonie Salzburg, Christina Ortmeier, uma banda de metais, Dan Lee na guitarra eletrônica, Manuel Pink na bateria, o coral Bakip Borromäum e o dançarino Luwam Russom com o FS/TR's FLYING LIGHTS. ELECTRIC LOVE FESTIVAL 2025 📆 3 – 5 de julho de 2025 🕺 Festa de aquecimento 2 de julho 📍 Salzburgring, Áustria ⛺️ 3 Parques de campismo + 4 dias de acampamento 🏩 Hotéis exclusivos Electric Love Festival 🎫 Loja de ingressos FONTES: ELECTRIC LOVE FESTIVAL. Cerimônia de abertura do Festival Electric Love 2024 . Disponível em < https://www.youtube.com/watch?v=r3BvNyw0BJk > Acesso em 13.ma rço.2025. WIKIPEDIA. Electric Love . Disponível em < https://en.wikipedia.org/wiki/Electric_Love > Acesso em 13.ma rço.2025.

  • Vantagens do cabeamento subterrâneo para grandes cidades

    Ondas de calor, ventos fortes, chuvas torrenciais, enfim, eventos ambientais intensos, que atingem determinados cidades com maior frequência e, em acréscimo, localidades mais afetadas pela mudança climática, carecem instalações de infraestrutura urbana de fios e cabos protegidas para evitar riscos de quedas de energia, de danos em geral e de choques elétricos que podem ser fatais. Como a maior parte dos riscos, nas grandes cidades, estão nos cabos aéreos, levar os cabos de energia para o subsolo é uma providência importante. Em maior detalhamento, a seguir, podemos dizer que as estruturas de cabos elétricos aéreos possuem desvantagens consideráveis. Os fios aéreos são muito mais sensíveis a falhas durante tempestades do que os cabos subterrâneos. A perda de energia elétrica causa grandes transtornos econômicos. O custo de manutenção e reparação das linhas danificadas é muitas vezes suportado pelos clientes das empresas de serviços públicos. Fios aéreos provocaram muitos dos incêndios desastrosos que devastaram grandes áreas, o que tem sido relatado pela imprensa nos últimos anos, causando perda de vidas e propriedades. Isto porque faíscas de OHL (linhas aéreas) são rotineiramente identificadas como a causa de incêndios em áreas secas. Quando eventos climáticos extremos ocorrem, os socorristas precisam lidar com linhas aéreas de alta tensão de energia, derrubadas e expostas, um grande perigo associado a adversidade da perda de energia, enquanto tentam lidar com emergências médicas. A remoção dessas ameaças facilita atuações de equipes de emergência visando salvar vidas. O risco de contato de transeuntes com fios caídos nas cidades, pode provocar  exposições a intensas descargas elétricas com risco de mortes. Mas engana-se que possa imaginar que é recente a busca de melhor solução para os problemas decorrentes dos fios elétricos aéreos. Em tempo já longínquo, muitos países fizeram investimentos de infraestrutura urbana de cabos subterrâneos e, até hoje, usufruem de significativos benefícios. A experiência pioneira que se tem notícia, ocorreu há 134 anos, em 1890, com a primeira instalação bem-sucedida realizada por Vincent de Ferranti, utilizando o seu famoso cabo concêntrico de 10.000 volts, no Reino Unido. A utilização do subsolo é a solução mais abrangente e eficaz para reduzir o impacto dos fios de serviços públicos. A prática é comum na Holanda, Suíça, Alemanha e Inglaterra, que, além da beleza natural que oferecem, tiveram o cuidado e a providência de garantir uma visão cênica “limpa” e segura, com os seus fios e cabos distantes do alcance da visão e protegidos contra as intempéries climáticas, instalados nos subsolos. Mas os esforços de cabeamento subterrâneo não se resumem aos citados países. Na Austrália, por exemplo, o Projeto de Infraestrutura intitulado “Powering Sydney's Future” realizado por meio de áreas suburbanas densamente povoadas, partiu da constatação de que as redes de transmissão de eletricidade que foram construídas nas décadas de 1960 e 1970 e alguns cabos subterrâneos, estavam se aproximando do fim de suas vidas úteis. À medida que a população de Sydney crescia, a demanda por eletricidade aumentava e a substituição da infraestrutura envelhecida seria a garantia do fornecimento futuro para residentes e empresas em Sydney e nos subúrbios vizinhos. Assim, em 2022, a empresa de energia Australiana Transgrid concluiu as principais obras de construção do projeto Powering Sydney's Future. Embora linhas de tensões mais altas tendem a ser amarradas em cabos aéreos, isso não significa a inviabilidade de cabos de tensões mais altas no subsolo de grandes cidades. Os cabos aéreos são instalados com muito maior facilidade, se comparados aos cabos subterrâneos. Também tem o benefício da ventilação natural aberta, o que evita sobreaquecimento dos cabos. Contudo isso não significa a inviabilidade de cabos de tensões mais altas no subsolo de grandes cidades (em áreas de consumo elevado de energia), que podem coexistir com os predominantes cabos de tensões mais baixas. Apesar do ambiente fechado do subsolo, os túneis podem ser resfriados, melhorando as condições de temperatura dos cabos.   Em Londres, sob suas movimentadas ruas, há vários quilômetros de túneis de concreto de 2,5 metros de largura revestidos com cabos de distribuição de energia que podem atingir temperaturas extremamente elevadas. Para resfriar os túneis, eixos verticais espaçados a cada quilômetro ou dois fornecem ar fresco e ejetam ar quente a céu aberto. ESTRUTURA DE CABEAMENTO SUBTERRÂNEO EM LONDRES Pesquisadores da London South Bank University (LSBU) , em 2019, desenvolveram um estudo com pretensão de utilizar esse calor residual. Um trecho típico de túnel de 1,8 km entre poços de ventilação produz 400 quilowatts de calor, o suficiente para aquecer 100 casas ou um pequeno escritório comercial. Isso foi descoberto pelos pesquisadores, em uma análise preliminar feita com a operadora de rede elétrica da cidade, a UK Power Networks. Um projeto iniciado em 2018, de cabeamento subterrâneo para Londres está em andamento. Previsto para ser concluído e estar totalmente operacional em 2027, o London Power Tunnels Two, está em andamento para construir 32 km de túneis e duas subestações no norte de Londres – reivindicado como o primeiro grande investimento no sistema de transmissão de eletricidade da capital em mais de meio século. Com três metros de diâmetro, os túneis têm uma vida útil de mais de 100 anos – embora os cabos de alta tensão que transportam precisem ser substituídos com mais regularidade para atender à demanda futura e facilitar o crescimento de sistemas inteiros em toda a cidade. Essa questão da troca dos cabos de alta tensão, segundo Lesur (2021), a geração atual de sistemas subterrâneos requer menos manutenção, e a reforma só é necessária a cada 40 ou 50 anos, que é a vida útil especificada de uma linha de transmissão e os cabos são geralmente enterrados a uma profundidade de 3 pés/0,9144 m para redes de distribuição, e 4 pés/1,2192 m ou 5 pés/1,524 m para redes de transmissão. Em termos de segurança, não há perturbação na superfície do solo quando ocorre um curto-circuito ou uma quantidade muito alta de energia é liberada, porque o solo contém a falha, afirma Lesur (2021), que também defende que o solo também protege contra danos causados por terceiros, desde que sejam seguidos os devidos procedimentos de autorização antes da escavação, especialmente em áreas urbanas. Conforme Lesur (2021) os sistemas subterrâneos precisam de muito pouca manutenção, pois o isolamento é de plástico extrudado ¹ (um componente passivo). Não há fluido sob pressão ou potencial vazamento. As linhas aéreas, por outro lado, precisam de monitoramento e manutenção para evitar corrosão (pintura frequente dos suportes metálicos) e requerem manutenção contra riscos climáticos (impacto de raios, tempestades, gelo, neve pegajosa). Estudos também mostram que as perdas dissipadas devido ao aquecimento pelo efeito Joule ²   são menores para cabos subterrâneos devido ao uso de cobre e alumínio puros, enquanto ligas de alumínio e aço são necessárias para a resistência mecânica dos condutores nus aéreos, de acordo com Lesur (2021). Vale ressaltar que não apenas países mais atingidos por eventos da natureza deveriam ter a iniciativa de construção de infraestrutura de fios e cabos subterrâneos, mas também cidades que têm utilizado, à exaustão, estruturas de fios e cabos aéreos, suspensos em postes. Tal realidade tem gerado uma série de situações adversas, tais como fios embaraçados e caídos, devido ao acúmulo nos postes, riscos de queda de energia e de  exposições a intensas descargas elétricas, que podem atingir transeuntes com risco de mortes. ACÚMULO DE FIOS AÉREOS DESORDENADOS, CAÍDOS E ATRAVESSANDO A VIA FOTO: © high-techsociety.com Ao colocar o cabeamento no subsolo, a maioria das condições climáticas adversas às quais as infraestruturas de transmissão tradicionais estão expostas pode ser evitada. Isso se refere em grande parte à precipitação e vendavais, que podem causar danos às linhas aéreas de energia direta ou indiretamente por meio da queda de árvores, resultando em quedas de energia. O cabeamento subterrâneo pode aliviar a necessidade de investimentos adicionais e mais frequentes em manutenção e reparos da infraestrutura de transmissão. Os benefícios esperados incluem um fornecimento de energia mais segura com menos casos de interrupções de energia relacionadas ao clima, ao mesmo tempo em que se obtém economia de custos a longo prazo devido à redução de manutenção e reparos, garantindo previsibilidade para diversos segmentos de negócios. As linhas de cabos subterrâneos têm muitas vantagens e benefícios em relação às linhas aéreas e estão ganhando impulso para segurança, confiabilidade e custo-benefício. Observa-se que o cabeamento subterrâneo tem maiores custos de construção e implementação de estruturas físicas, custos de compra de insumos, obras civis, instalações, mas a longo prazo suas vantagens de economia e segurança são inquestionáveis. Por outro lado, apesar da vantagem inicial das linhas aéreas, de custos muito menores de construção e implementação de estruturas físicas, elas concentram maiores custos relacionados ao funcionamento e manutenções. Isto porque funcionam com uma certa instabilidade, diretamente associada às condições climáticas, provocando interrupções imprevisíveis do fornecimento de energia e podendo repercutir em diversos custos a serem suportados por pessoas físicas, empresas em geral e indústrias, tanto para cobrir custos de manutenções necessárias decorrentes da adversidade do tempo, como também para suportar prejuízos decorrentes de perda de alimentos que requerem conservação em geladeiras e freezers, como também pelos prejuízos decorrentes de paralizações das atividades produtivas. Uma forma de garantir a viabilidade econômica desses projetos, com maior viabilidade para grandes cidades, é a união entre prestadores de serviços e governos, não apenas na partição de custos envolvidos, que são altamente elevados, mas também na integração temporal de projetos. A construção de estrutura subterrânea representa uma valiosa oportunidade para modernização de estruturas, não apenas para empresas públicas e privadas concessionárias de serviços públicos de energia, mas também para prestadores de serviços de água, com suas tubulações e para prestadores de serviços de telefonia e de internet, via cabos ópticos. Por Luiz Cincurá luiz.cincura@high-techsociety.com Notas: ¹ O perfil extrudado de plástico é fabricado através de uma máquina extrusora que derrete plásticos granulados, normalmente advindos de processos de reciclagem. Nesta máquina, o plástico é derretido através de um cilindro que é aquecido por resistência elétrica. ² O Efeito Joule é a transformação de energia elétrica em energia térmica na passagem da corrente elétrica por um condutor. Fontes: A UTILITY WEEK EVENT. Digging 32km of ‘Power Tunnels’ beneath London . Disponível em < https://utilityweek.co.uk/digging-32km-of-power-tunnels-beneath-london/ > Acesso em 23.março.2024. CLIMATE ADAPT. Replacing overhead lines with underground cables in Finland . Disponível em < https://climate-adapt.eea.europa.eu/en/metadata/case-studies/replacing-overhead-lines-with-underground-cables-in-finland > Acesso em 21.março.2024. LESUR, Frédéric. Power Grid International.   Why underground cables are a better long-term choice for utilities . Disponível em < https://www.power-grid.com/td/why-underground-cables-are-a-better-long-term-choice-for-utilities/#gref > Acesso em 21.março.2024. MACPHEE, Brian. Quora. Disponível em <  https://www.quora.com/Why-are-the-UK-power-lines-underground > Acesso em 22.março.2024. PATEL, Prachi. IEEE Spectrum . London’s Hidden Cable Tunnels Could Warm Thousands of Homes . Disponível em < https://spectrum.ieee.org/londons-hidden-cable-tunnels-could-warm-thousands-of-homes > Acesso em 23.março.2024. SCENIC AMERICA . Undergrounding Utility Infrastructure: Burying Utilities for Safety, Resiliency, and Scenic Beauty . Disponível em < https://www.scenic.org/why-scenic-conservation/energy-infrastructure-and-equity/undergrounding-utility-infrastructure/ > Acesso em 21.março.2024. TRASGRID . Powering Sydney´s Future . Disponível em < https://www.transgrid.com.au/projects-innovation/powering-sydney-s-future > Acesso em 21.março.2024.

  • Game of Thrones | Imperial Orchestra

    Fãs de Game of Thrones, preparem-se para uma viagem musical inesquecível! 🎶

  • Destaques do PISA 2022

    O PISA, Programa Internacional para a Avaliação de Alunos é uma avaliação trienal, sistemática, prospectiva e comparativa de nível internacional, focado nas áreas de Matemática, Ciências e Língua, para alunos entre 15 anos e três meses de idade até 16 anos e dois meses de idade. A cada ciclo enfatiza uma das três áreas citadas, sendo que a área destacada de cada ciclo absorve cerca de 60% das questões das provas e as demais áreas, 20% para cada uma delas.   A área de maior peso nas avaliações do PISA 2022 foi matemática. O PISA 2022, estabeleceu uma inovação na avaliação, o teste do pensamento criativo. Ele está centrado nas competências que os estudantes do século XXI precisam, à medida que as organizações e sociedades em todo o mundo dependem da inovação e da criação de conhecimento para enfrentar os desafios emergentes. O teste do pensamento criativo de PISA examinou as capacidades dos alunos para gerar ideias diversas e originais e para avaliar e melhorar ideias, em vários contextos ou "domínios". A avaliação incluiu quatro domínios: expressão escrita, expressão visual, resolução de problemas sociais e resolução de problemas científicos. Em cada um desses domínios, os alunos se envolveram com tarefas abertas que não possuíam uma única resposta correta. Eles foram solicitados a fornecer respostas múltiplas e distintas, ou a gerar uma resposta que não fosse convencional. Essas respostas poderiam assumir a forma de uma solução para um problema, um texto criativo ou um artefato visual. Estimular o pensamento criativo fortalece a capacidade de adaptação em uma realidade cada vez mais complexa e dinâmica em que o conhecimento e a capacidade de inovação podem ser decisivos para encontrar soluções para um mundo em constante e rápida mudança. A avaliação é promovida pela OECD - Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico. Trata-se de uma entidade intergovernamental que visa promover o desenvolvimento econômico e social de seus membros, os países industrializados. Ressalta-se, contudo, que a participação no PISA não está restrita aos membros da OECD, pois inclui também países convidados. ​De acordo com o Relatório “ Resultados PISA 2022 - O Estado da Aprendizagem e Equidade na Educação ", divulgado em dezembro/2023 pela OECD, , o primeiro volume de relatório de um total de cinco volumes de relatórios apresentados , em 2022 foram avaliados 690 mil estudantes, representando 29 milhões de estudantes em todo o mundo, de 81 países e economias. O PISA é o primeiro estudo em grande escala a coletar dados sobre o desempenho, o bem-estar e a equidade dos alunos antes e após as paralisações e adversidades provocadas pela  pandemia da COVID-19. Segundo o relatório, o PISA 2022 é muito mais do que excelência educacional. Trata-se também de equidade na educação, para que todos os alunos, independentemente da origem, possam ter uma oportunidade justa de atingir todo o seu potencial. ​O PISA é uma poderosa fonte comparativa de nível internacional na área educacional, que muito pode colaborar para fortalecimento de políticas públicas educacionais inclusivas para países compromissados em desenvolver educação de boa qualidade, passo fundamental para a transformação social que permita maior prosperidade, inclusão laboral e econômica, pois, formação educação básica mais mais bem sedimentada é um passo destacado para geração de futuros profissionais mais bem preparados para servir à sociedade em diversas áreas do conhecimento. O relatório concluiu que, apesar das circunstâncias desafiadoras, 31 países e economias conseguiram pelo menos manter o seu desempenho em matemática desde o PISA 2018. Entre estes, Austrália, Japão, Coreia, Singapura e Suíça mantiveram ou aumentaram ainda mais os já elevados níveis de desempenho de seus estudantes, com pontuações variando de 487 a 575 pontos (média da OECD 472). Esses países apresentaram aspectos convergentes, como o período de fechamento mais curto de escolas, menos obstáculos ao aprendizado remoto e continuidade de suporte aos alunos, por parte de  professores e de pais. Muitos países também fizeram progressos significativos no sentido do ensino secundário universal, fundamental para permitir a igualdade de oportunidade e plena participação na economia. Entre eles, Camboja, Colômbia, Costa Rica, Indonésia, Marrocos, Paraguai e Roménia expandiram rapidamente a educação para populações anteriormente marginalizadas ao longo da década passada. Dez países e economias registaram uma grande percentagem de jovens de 15 anos com confirmação de proficiência básica em matemática, leitura e ciência com educação altamente equitativa e que proporcionou elevados níveis de justiça socioeconómica: Canadá, Dinamarca, Finlândia, Hong Kong, Irlanda, Japão, Coreia, Letónia, Macau e Reino Unido. O relatório da OECD também aponta que, de países da OECD, cerca de três quartos dos estudantes relataram estar confiante no uso de várias tecnologias, incluindo sistemas de gestão de aprendizagem, plataformas de aprendizagem escolar e vídeo-programas de comunicação. No entanto, a tecnologia utilizada para lazer e não para instrução, como a tecnologia de telefones móveis, muitas vezes parece estar associado aos piores resultados. Alunos que relataram que se distraem com outros alunos que usam dispositivos digitais em pelo menos algumas aulas de matemática, obtiveram 15 pontos a menos que estudantes que relataram que isso nunca ou quase nunca acontece. O apoio dos professores é particularmente importante em tempos de instabilidade, nomeadamente através da prestação de serviços adicionais, apoio pedagógico e motivacional aos alunos, segundo o PISA 2022. ​O trabalho sistemático do PISA, ao longo de suas aplicações trienais, reforçam a resiliência dos sistemas educativos no sentido de atuarem na perspectiva de crescimento da igualdade de oportunidades, o que certamente proporcionará maior capacitação e empoderamento dos jovens para o sucesso. Países engajados e com vontade política de reservar à educação, o espaço e a importância que lhe cabe, certamente estão conscientes e seguros de que este é o caminho para geração e longevidade de uma perspectiva de desenvolvimento econômico e social. Por Luiz Cincurá luiz.cincura@high-techsociety.com Fontes: CREATIVITYEXCHANGE. The PISA 2022 Creative Thinking Test . Bill Lucas explores the significance of the first global assessment of creative thinking. Disponível em < https://www.creativityexchange.org.uk/ideas-hub/the-pisa-2022-creative-thinking-test > Acesso em 22.fev.2024. FACTSMAPS. PISA 2022 Worldwide Ranking . Disponível em < https://factsmaps.com/pisa-2022-worldwide-ranking-average-score-of-mathematics-science-and-reading/ > Acesso em 22.fev.2024. OECD (2023), PISA 2022 Results (Volume I): The State of Learning and Equity in Education , PISA, OECD Publishing, Paris, Disponível em < https://doi.org/10.1787/53f23881-en > Acesso em 19.fev.2024. WAISELFISZ, Julio Jacob. O ensino das Ciências no Brasil e o PISA . Sangari do Brasil. 1ª.Ed., 2009.

  • Observatório ESO: Ciência e Tecnologia em Astronomia.

    A Astronomia é descrita freqüentemente como a ciência mais antiga, dado o fascínio que o universo sempre exerceu em pessoas de todas as idades e culturas. Atualmente a astronomia utiliza sofisticada tecnologia e é considerada uma das ciências mais modernas e dinâmicas. Uma das organizações que muito contribui para o avanço da Astronomia, é o   ESO , Observatório Europeu do Sul, uma destacada organização intergovernamental de ciência e tecnologia em astronomia. A juda cientistas de todo o mundo a descobrir os segredos do Universo, o que, consequentemente, beneficia toda a sociedade . Fundado em 1962, com sede em Garching, na Alemanha e com observatórios no Chile, ESO é uma organização intergovernamental apoiada por 16 Estados Membros (Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Holanda, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia, Suíça e o Chile, país de acolhimento e parceiro estratégico. ESO desenvolve um ambicioso programa focalizado em  design , construção e operação de potentes observatórios e promove e organiza cooperações em pesquisas astronômicas. Em seu site, ESO informa que conta com mais de 750 funcionários oriundos de cerca de 30 países e inúmeros colaboradores de todo o mundo. São mais de 22.000 usuários de cerca de 130 países diferentes, que tem acesso a serviços, tecnologia e dados.   ESO opera três observatórios no Deserto de Atacama, no Chile: La Silla, Paranal e Chajnantor . OBSERVATÓRIO LA SILLA O  La Silla , primeiro observatório ESO a entrar em operação no final da década de 1960, está situado na montanha de La Silla, a uma altitude de 2350 m, a 600 km do norte de Santiago do Chile. É equipado com vários telescópios ópticos. Os espelhos têm diâmetro de até 3.6 metros. Os principais instrumentos óticos do ESO em La Silla são um refletor de 3,6 m, inaugurado em 1976; o New Technology Telescope (NTT) de 3,5 m, inaugurado em 1989; um refletor de 2,2 m de propriedade conjunta do Max-Planck-Institut für Astronomie, inaugurado em 1984. O ESO Schmidt de 1 m, inaugurado em 1971, foi fechado em 1998, mas reabriu em 2009 e agora é operado pela Universidade de Yale.  Os instrumentos em La Silla de propriedade de nações individuais incluem um refletor dinamarquês de 1,54 m inaugurado em 1979 e o telescópio Leonhard Euler de 1,2 m de propriedade do Observatório de Genebra, inaugurado em 2000. Credit: ESO . Directed by: Nico Bartmann. Editing: Nico Bartmann. Web and technical support: Mathias André and Raquel Yumi Shida. Written by: Laura Hiscott and Calum Turner. Music: John Stanford — The Edge ( johnstanfordmusic.com ). Footage and photos: ESO, G. Hüdepohl ( atacamaphoto.com ), L. Calçada, J. Pérez, Liam Young/Unknown Fields. Scientific consultant: Paola Amico and Mariya Lyubenova. Executive producer: Lars Lindberg Christensen. OBSERVATÓRIO CERRO PARANAL O observatório ESO em Cerro Paranal está situado em uma montanha na parte norte do deserto do Atacama, no Chile. Lá está instalado o VLT-Very Large Telescope , um dos telescópios ópticos mais avançados do mundo, composto por quatro Telescópios Principais com espelhos principais de 8,2 m de diâmetro e quatro Telescópios Auxiliares móveis de 1,8 m de diâmetro. Este é o trailer do the Very Large Telescope (VLT), situado no Paranal, no Chile Credit: ESO Footage and photos: ESO, C. Malin ( christophmalin.com ),   Liam Young , B. Tafreshi ( twanight.org ), G. Hüdepohl ( atacamaphoto.com ), F. Kamphues, G. Lombardi ( glphoto.it ), S. Gillessen, F. Char, H. Zodet and Y. Beletsky ( LCO ). Music by  Movetwo O HOTEL ESO CERRO PARANAL Sob o cume, a uma altura de cerca de 2.400 metros, encontra-se o Hotel ESO no Cerro Paranal . É o alojamento do Observatório do Paranal no Chile desde 2002. É usado principalmente para os cientistas e engenheiros do ESO que trabalham lá em um sistema de escala, que os abriga em estadias em que podem relaxar e descansar entre fases extenuantes de trabalho . O Hotel ESO no Cerro Paranal  tem sido chamado de "pensão em Marte", porque os arredores do deserto são semelhantes a Marte e um "Oásis para astrônomos". Não é um hotel comercial, e o público não pode reservar quartos. Para o tempo relativamente curto de estadias de cientistas e engenheiros, sob condições climáticas extremas – sol intenso, secura extrema, altas velocidades do vento, grandes flutuações de temperatura e o perigo de terremotos – o hotel foi edificado em  local longe da civilização. O exterior do hotel foi apresentado no filme de 007 de 2008, Quantum of Solace , no qual a estrutura foi retratada como um eco-hotel fictício na Bolívia. Uma miniatura do hotel foi construída pela equipe de efeitos visuais para as cenas em que o hotel, no filme, é destruído por um incêndio. ESO Paranal e o Hotel ESO Cerro Paranal foram set de filmagem de 007, "Quantum of Scolace" Credit: ESO Visual design and editing: Martin Kornmesser and Luis Calçada. Cinematography: Peter Rixner. Editing: Herbert Zodet. Web and technical support: Lars Holm Nielsen and Raquel Yumi Shida. Written by: Henri Boffin, Lee Pullen and Lars Lindberg Christensen. Host: Dr. J. Narration: Lee Pullen. Music: Paulo Raimundo; lcg//moulinex. Footage and photos: Sony Pictures, EON Productions Ltd., QUANTUM OF SOLACE / © 2008 Danjaq, United Artists, CPII., 007 TM and related James Bond Trademarks, TM Danjaq & ESO. Directed by: Lars Lindberg Christensen OBSERVATÓRIO CHAJNANTOR O Observatório Chajnantor é operado pelo Caltech - Instituto de Tecnologia da California em colaboração com a Universidade do Chile e a Universidade de Concepción e está localizado a uma altitude de 5080 metros (16700 pés) na Cordilheira dos Andes, no norte do Chile. O planalto alto e seco de Chajnantor é um dos melhores locais do mundo para astronomia milimétrica e submilimétrica. O primeiro instrumento de observatório, o Cosmic Background Imager (CBI) está alojado em uma cúpula retrátil que fornece alguma proteção contra chuva, neve e vento. Na maioria dos dias, o vento em Chajnantor atinge picos no final da tarde em cerca de 15 m/s (30 mph). Nessas condições, o frio é um problema grave, mas a cúpula fornece um espaço de trabalho abrigado onde é possível  reparar e manter o CBI. A cúpula é uma estrutura de aço hemisférica coberta com tecido de poliéster, abrigada em uma parede de 2 m de altura e 10,5 m de diâmetro. O CBI e sua cúpula exigem placas de suporte de concreto, mas esta é a única obra de construção do local. Todas as outras instalações estão em contêineres de transporte padrão ISO colocados diretamente no solo. Essa abordagem modesta à infraestrutura do local reduz custos, reduz a carga de manutenção e tem um impacto bastante baixo no meio ambiente. As instalações do observatório incluem uma sala de controle, laboratório, oficina mecânica, usina, duas salas de trabalho/quartos e um banheiro – tudo dentro dos contêineres de transporte. Para neutralizar os efeitos da alta altitude, o ar nas áreas de trabalho e de vida é enriquecido com oxigênio (usando peneiras moleculares para separar o oxigênio do ar), e as pessoas que trabalham fora podem usar tanques de oxigênio portáteis com reguladores de demanda quando necessário para melhorar a eficiência e a segurança. A usina e os tanques de combustível estão localizados a cerca de 100 m a leste do CBI; o consumo médio de energia para o local é de cerca de 100 kW e a usina tem um par de geradores a diesel classificados para 150 kW a 5000 m. As instalações da base estão localizadas na Residencia Don Esteban, na histórica cidade oásis de San Pedro de Atacama, a uma altitude de 2500 m. Estes incluem quartos, cozinha, sala de conferências e sala de computadores. O observatório é parcialmente apoiado pela SAINT , Aliança Estratégica para a Implementação de Novas Tecnologias, um consórcio formado por doze instituições: the California Institute of Technology and the Jet Propulsion Laboratory, the University of Chicago, Columbia University, The Max Planck Institute for Radio Astronomy (Bonn), Oxford University, Princeton University, Stanford University, the University of Manchester, The University of Miami, The Rutherford Appleton Laboratory of the Science and Technology Facilities Council, The University of Oslo, and The High Energy Accelerator Research Organization (KEK). Este consórcio foi formado para estudos e pesquisas sobre problemas fundamentais da física que podem ser resolvidos por observações da radiação cósmica de fundo em micro-ondas e pesquisas sobre uma variedade de novos planos astrofísicos. Abaixo veja o trailer do ALMA, o maior projeto astronômico existente. Um telescópio de última geração que estuda a luz com comprimentos de onda de cerca de um milímetro, emitida por alguns dos objetos mais frios do Universo, o ALMA é uma cooperação do Observatório Europeu do Sul (ESO), juntamente com os seus parceiros internacionais. O local do ALMA é o planalto do Chajnantor, a 5000 m de altitude, no norte do Chile, um dos locais mais secos da Terra. Credit: ESO ALMA (ESO/NAOJ/NRAO), C. Malin ( christophmalin.com ), P. Horálek, Liam Young, B. Tafreshi ( twanight.org ), J.J. Tobin (University of Oklahoma/Leiden University), M. Kaufman, Theofanis N. Matsopoulos, H.H.Heyer, S. Argandoña and H. Zodet. Music by Movetwo Indiscutivelmente ESO possui estrutura tecnológica sofisticada e, com seus 61 anos de existência, uma curiosidade natural seria conhecer alguns de seus principais resultados científicos, o que será visto, a seguir. DEZ DESCOBERTAS ESPACIAIS DO OBSERVATÓRIO ESO, POR ELIZABETH HOWELL , SPACE.COM 1.OBSERVANDO O COSMOS: ACELERAÇÃO E EXPANSÃO Desde que o primeiro telescópio começou a funcionar em 1966, o ESO provocou diversas mudanças na forma como percebemos o Universo. Os astrónomos observaram a aceleração do Universo à medida que se expandia e aprenderam mais sobre a aparência do jovem Universo. Os telescópios do ESO também tiraram fotografias de planetas distantes e ajudaram a medir o peso de estrelas gigantescas. 2.PRIMEIRAS MEDIÇÕES PRECISAS DE PLUTÃO E CARONTE (1986) Ao observar a curva de luz de Plutão e sua lua Caronte durante eclipses com telescópios do ESO La Silla, os astrônomos conseguiram reduzir o tamanho dos dois objetos. Plutão, então considerado um planeta, tem um diâmetro de aproximadamente 1367 milhas (2200 quilômetros). Sua maior lua, Caronte, foi medida em cerca de 721 milhas (1160 quilômetros). 3.PIONEIRISMO EM ÓPTICA ADAPTATIVA (1989) O ESO foi um dos primeiros observatórios a testar a "óptica adaptativa", uma técnica usada para fazer correções para a turbulência da atmosfera terrestre. Um espelho telescópico, conectado a um computador, é ajustado automaticamente à medida que a atmosfera se flexiona. Isso permite que a luz chegue ao telescópio com maior precisão – o que significa que podemos ver mais longe no espaço. A óptica adaptativa é uma técnica padrão usada atualmente.   4.EXPANSÃO DO UNIVERSO ACELERANDO (1998) Ao estudar o brilho das explosões estelares, os pesquisadores descobriram que o universo não está apenas se expandindo, mas acelerando à medida que cresce. Telescópios do ESO e de outros observatórios, incluindo o Telescópio Espacial Hubble, determinaram isso através de medições de supernovas do Tipo Ia. Os principais descobridores receberam o Prêmio Nobel de Física de 2011.   5.CONFIRMANDO O PASSADO QUENTE DO UNIVERSO (2000) Os pesquisadores conseguiram obter a temperatura do eco do Big Bang – radiação cósmica de fundo de micro-ondas – de quando o universo tinha apenas 2,5 bilhões de anos. Um telescópio do ESO fez medições de espectro de um quasar, que é uma galáxia brilhante e distante alimentada por um enorme buraco negro. O brilho do quasar mostrou que o universo estava mais quente do que é agora.   6.OS ANOS MAIS AZUIS DO UNIVERSO (2003) A partir de observações com o Very Large Telescope do ESO, os astrónomos descobriram a cor do universo jovem, com 2,5 bilhões de anos, era muito mais azul do que é hoje porque estava cheio de estrelas jovens e azuis.  Como as estrelas azuis emitem mais luz do que as estrelas antigas – e o universo tem tanta luz agora quanto no passado – as descobertas sugerem que havia menos estrelas nos primeiros anos do universo. 7.LIGANDO RAIOS GAMA COM SUPERNOVAS (2003) Depois que uma explosão de raios gama brilhou na constelação de Leo em 29 de março de 2003, telescópios australianos e japoneses detectaram uma fonte de luz brilhante no mesmo local em 90 minutos. Os telescópios do ESO captaram então o primeiro espectro do objeto. Eles descobriram que essa grande supernova ou "hipernova" estava a 2,65 bilhões de anos-luz de distância, e foram capazes de ligá-la à explosão de raios gama.   8.A MAIOR ESTRELA DE TODOS OS TEMPOS (2010) A maior estrela de todos os tempos, o R136a1  está distante 165.000 anos-luz da Terra e tem mais do dobro do tamanho que os cientistas pensavam que as estrelas poderiam alcançar. Essa magnífica descoberta foi possível por meio do Very Large Telescope do ESO e confirmado com dados de arquivo do Telescópio Espacial Hubble.   9.PRIMEIRO ESPECTRO DIRETO DE UM EXOPLANETA (2010) Os cientistas usaram o Very Large Telescope do ESO para detectar a composição química de um planeta a cerca de 130 anos-luz da Terra. Este planeta tem cerca de 10 vezes o tamanho de Júpiter, com uma temperatura de superfície de 1472 graus Fahrenheit (800 graus Celsius). Esta foi a primeira vez que o espectro foi observado a partir de observações diretas de um planeta.   10.PLANETA DO TAMANHO DA TERRA ENCONTRADO NO SISTEMA ESTELAR AO LADO (2012) Um planeta com aproximadamente a mesma massa da Terra foi descoberto perto de Alpha Centauri B, que faz parte de um sistema de três estrelas a apenas 4,3 anos-luz da Terra. Um telescópio do ESO em La Silla detectou o planeta medindo as oscilações da estrela. O planeta está fazendo com que Alpha Centauri B se mova para frente e para trás a 1,1 milhas (1,8 quilômetros) por hora, a mesma velocidade de um bebê engatinhando. O INOVADOR ELT O Extremely Large Telescope (ELT)   do Observatório Europeu do Sul (ELT) é um revolucionário telescópio terrestre que terá um espelho principal de 39 metros e será o maior telescópio do mundo para luz visível e infravermelha: o maior olho do mundo no céu. A construção deste projeto tecnicamente complexo, iniciada há 9 anos, avança em um bom ritmo, com o ELT agora ultrapassando a marca de 50% concluído. O telescópio está localizado no topo do Cerro Armazones, no deserto do Atacama, no Chile, onde engenheiros e trabalhadores da construção civil estão atualmente montando a estrutura da cúpula do telescópio em um ritmo impressionante. Visivelmente mudando a cada dia, a estrutura de aço logo adquirirá a forma redonda familiar típica das cúpulas de telescópio. Conforme palavras do Diretor Geral do ESO, Xavier Barcons, "O ELT é o maior da próxima geração de telescópios ópticos e infravermelhos próximos baseados em terra e o que está mais avançado na sua construção. Atingir 50% de conclusão não é um feito pequeno, dados os desafios inerentes a projetos grandes e complexos, e isso só foi possível graças ao empenho de todos no ESO, ao apoio contínuo dos Estados-Membros do ESO e ao envolvimento dos nossos parceiros na indústria e nos consórcios de instrumentos. Estou extremamente orgulhoso de que o ELT tenha alcançado este marco." Vídeo ESO ELT Credit: ESO . Directed by: Martin Wallner Editing: Martin Wallner Web and technical support: Gurvan Bazin and Raquel Yumi Shida Written by: Martin Wallner Consultants: Bárbara Ferreira, Michele Cirasuolo Music: Jon Kennedy – You, You and You Footage and photos: ESO, G. Hüdepohl ( atacamaphoto.com ), L. Calcada, M. Kornmesser, A. Tsaouis, M. Wallner, H. Zodet, SCHOTT, APICAL Acknowledgements: R. Parra, G. Vecchia, CIMOLAI, SCHOTT Por Luiz Cincurá luiz.cincura@high-techsociety.com Observatório ESO: Ciência e Tecnologia em Astronomia Fontes: CALIFORNIA INSTITUTE OF TECHNOLOGY. Chajnantor Observatory . Disponível em < https://sites.astro.caltech.edu/chajnantor/ > Acesso em 25 dez.2023. CALIFORNIA INSTITUTE OF TECHNOLOGY. Chajnantor Observatory: Strategic Alliance for the Implementation of New Technologies (SAINT) . Disponível em < https://sites.astro.caltech.edu/chajnantor/saint/ > Acesso em 25 dez.2023. EUROPEAN SUTHERN OBSERVATORY . Observatórios La Silla, Chajnantor e Paranal . Disponível em < www.eso.org/public > Acesso em 25 dez.2023 HOWELL, Elizabeth. 10 Space Discoveries by the European Southern Observatory. Disponível em < https://www.space.com/18665-european-southern-observatory-major-discoveries.html > Acesso em 26 dez.2023. JORNAL FOLHA DE S. PAULO – 19 set.2010 – página A22 OXFORD REFERENCE. La Silla Observatory. Disponível em < https://www.oxfordreference.com/display/10.1093/oi/authority.20110803100052390 > Acesso em 26 dez.2023. WIKIPÉDIA. ESO Hotel .   Disponível em < https://en.wikipedia.org/wiki/ESO_Hotel > Acesso em 26 dez.2023.

  • Coral City Camera (Miami's Underwater Livestream)

    Fonte: < https://www.youtube.com/@CoralMorphologic > A Coral City Camera é uma câmera subaquática que transmite ao vivo de um ambiente de recife urbano em Miami, Flórida. Ela está localizada ao longo da costa na extremidade leste de PortMiami. Foi implantada no final de 2019 pela Coral Morphologic como um projeto híbrido de pesquisa de arte-ciência produzido com o apoio da Bridge Initiative e Bas Fisher Invitational e inicialmente financiado por meio de bolsas concedidas por uma bolsa Knight Arts Challenge da John S. e James L. Knight Foundation, e uma bolsa Art Works do National Endowment for the Arts. A conexão de internet de alta velocidade do CCC é possível com o apoio do The Wanderlust Fund.

  • Ao Vivo: Vulcão em erupção na Islândia

    A Islândia, com uma extensão semelhante a do estado norte-americano de Kentucky, possui mais de 30 vulcões ativos . Por isso, a ilha no norte da Europa se tornou um destino privilegiado para o turismo vulcânico - um segmento que atrai milhares de aventureiros. Grindavík eruption - Þorbjörn Veja outras imagens incríveis, em alta resolução, diretamente de Live from Iceland

  • 147 LIVE World Cameras, Relaxing Music, Map, Daily Timelapse - Your Armchair Travel. Produced by​⁠@BostonAndMaineLive

    147 CÂMERAS AO VIVO, DE DIVERSOS LUGARES DO MUNDO CHRISTMAS MUSIC IN THIS VIDEO We wish You a Merry Christmas Ⓒ CC BY 4.0, Twin Musicom ( twinmusicom.org ), Auld Lang Syne (Instrumental) 12 Days of Christmas (Instrumental) Carol Of The Bells CC BY 4.0, Audionautix ( audionautix.com ) Jesu, Joy of Man's Desiring CC BY 4.0, Kevin MacLeod Canon and Variation Twin Musicom ( twinmusicom.org ) Angels We Have Heard 4.0, Kevin MacLeod, O Come All Ye Faithful (Instrumental) Saw Three Ships Audionautix ( audionautix.com ) It Came Upon a Midnight Clear CC BY 4.0, Kevin MacLeod O Christmas Tree (Instrumental) Deck the Halls (Instrumental) Jingle Bells (Instrumental) Hark the Herald Angels Sing (Instrumental) Silent Night (Instrumental) First Noel (Instrumental) We Wish You a Merry Christmas (Instrumental) Silent Night (Jazz) Oh Little Town of Bethlehem (Instrumental) Deck the Halls (Instrumental Jazz) Up on the Housetop (Instrumental) Jolly Old St Nicholas (Instrumental) Joy to the World (Instrumental Jazz) We Wish You a Merry Christmas (Instrumental Jazz) 1:01:34 I Jingle Bells (Instrumental Jazz) Ⓒ Free to use

  • Portais para uma interconexão global

    Os últimos Portais foram inaugurados em 08.maio.2024. Nos Estados Unidos, o The NYC Portal, situado perto do Flatiron Plaza, no centro de Manhattan, e na famosa O'Connell Street, em Dublin, na Irlanda. A conexão idealizada por Portals é constituída de telas de vídeos circulares, de 3,4 metros de altura e pesam "várias toneladas", dizem os organizadores, mas sem detalhes sobre a tecnologia de câmera e tela que está sendo usada. As telas transmitem ao vivo, instaladas em praças públicas, que funcionam 24 horas por dia. Os Portais ligam cidades distantes geograficamente, que podem "abraçar a beleza da interconexão global", nas palavras dos organizadores da exposição. Surgiu da ideia do artista e empresário lituano Benediktas Gylys que desenvolveu o conceito agregando diversas pessoas, aplicando perspectivas de design e engenharia e com o apoio da Universidade de Tecnologia VilniusTech. Para os idealizadores, Portais são esculturas de arte tecnológica e nasceram de um sentimento de que nós, humanos, temos mais a compartilhar do que aquilo que nos separa; e a partir de uma sensação de que estamos todos interligados neste nosso planeta. Gylys, o fundador, diz que “os portais simbolizam uma ponte que unifica e um convite a superar preconceitos e divergências que pertencem ao passado". Bridge to a United Planet - portals.org Os primeiros portais foram abertos em maio de 2021, unindo as cidades de Vilnius, na Lituânia e Lublin, na Polônia. Instalados em locais no centro das duas cidades, os Portais chamaram muita atenção. Perto da principal estação de trem de Vilnius, olhar fixamente para o Portal, permite que os moradores de Vilnius interajam, em tempo real, com as pessoas na praça principal em Lublin, Polônia - uma cidade a mais de 370 quilômetros de distância. Segundo Scott (2024), foram observados comportamentos indesejados no início do funcionamento dos Portais que ligam Dublin, na Irlanda e Nova Iorque, nos Estados Unidos, o que levou ao fechamento em 14.maio.2024, pouco dias depois que foram inaugurados. Apesar dos protestos e rebeldias serem comuns em grandes centros, a organização de Portals foi surpreendida por gestos obscenos, exposição de nus e de imagens impactantes e decidiu pelo fechamento até a adoção de medidas resolutivas. Em 19.maio.2024 os Portais de Dublin e de Nova Iorque foram reabertos. Gylys revelou que no final deste verão, se não forem fechados novamente, os portais de Nova York e Dublin mudarão seu provedor para se conectar com Vilnius, na Lituânia, e Lublin, na Polônia. Enquanto os locais em Nova York e Dublin agora estão operando em horários de funcionamento restritos como resultado do "comportamento inadequado", os outros dois portais operam 24 horas por dia, 7 dias por semana. Para Gylys, “o principal objetivo é ter o maior número possível de portais abertos ao redor do mundo. O maior equívoco sobre os Portais é que eles tratam de conectar duas cidades. Não são. Os portais são uma rede de esculturas que se conectam umas às outras por meio de um provedor que está constantemente girando entre diferentes grandes e pequenas cidades do planeta Terra." Por Luiz CIncurá luiz.cincura@high-techsociety.com Fontes: GILBERT, David; HOOVER, Amanda. WIRED. We Stood on Both Sides of the New York–Dublin Portal and It Was Glorious. Disponível em Acesso em: 02.junho.2024. POITEVIEN, Jessica. TRAVEL + LEISURE. These Real-time Digital 'Portals' Connect People in Cities Hundreds of Miles Apart. Disponível em: < https://www.travelandleisure.com/attractions/lithuania-poland-city-portals-live-feed> Acesso em: 02.junho.2024. PORTALS. In the Collective Consciousness. Disponível em: Acesso em: 01.junho.2024. RAMAKERS, Tim. The Ponts Guy. New technology connects cities with real-time digital 'portals'. Disponível em: < https://thepointsguy.com/news/real-time-digital-portals/> Acesso em 02.junho.2024. SCOTT, Simon. NPR. Opinion: A tale of two cities' 'Portal' pandemonium.  Disponível em: https://www.npr.org/2024/05/18/1252231540/opinion-a-tale-of-two-cities-portal-pandemonium Acesso em: 01.junho.2024.

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